terça-feira, 19 de outubro de 2010

Lançamento livro do grupo brasileiro de PMO no setor público




Pela variedade, atualidade e relativa profundidade de assuntos abordados, a obra é indispensável aos profissionais de portfólio, programas e projetos do setor público, mas também é uma referência atual e relevante para profissionais da iniciativa privada e do terceiro setor, bem como para os estudantes de pós-graduação de projetos ou administração.

O livro consolida conteúdo técnico e teórico proveniente de excelentes e recentes referências bibliográficas. É ricamente ilustrado pelos casos reais apresentados, o que não só reduz a abstração teórica e melhora o entendimento, mas também auxilia na visualização de concreta possibilidade de uso na realidade das organizações. Sobretudo, a inclusão dos casos permite ao leitor conhecer profissionais que são referências na adoção de tais práticas.

Os casos apresentados estão restritos a três países das Américas: Brasil, Canadá e Uruguai. Conta com a participação de pessoas envolvidas com o PMI GovSIG durante esses anos e com profissionais que fazem parte do grupo brasileiro de PMO no setor público.

Este livro, portanto, é um típico “deliverable” de um projeto, resultante de compromisso, ideal comum, inspiração e muita transpiração da equipe, composta pela autora e 29 colaboradores. O resultado se configurou em um livro com conteúdo relevante, atual e abrangente.

SUMÁRIO GESTÃO PÚBLICA



Introdução

1. Administração Pública – Uma Visão Geral

1.1 – Políticas Públicas

1.2 – Avaliação

1.3 – Eficiência, Efetividade e Indicadores

1.4 – Máquina Governamental

Referências Bibliográficas

2. A Nova Face do Governo

2.1 – O Choque de Gestão em Minas Gerais

Considerações Finais

2.2 – Caso 2 – Evolução da Gestão Pública no Acre

Breve Histórico

Uso de Ferramenta de Gestão Alinhadas ao Planejamento Estratégico

A Experiência do Governo do Acre em Monitoramento e Gerenciamento de Programas e Projetos

Modelo de Gestão para o Monitoramento de Projetos Prioritários para o Setor Público

Considerações Finais

Referências Bibliográficas

3. Planejamento Estratégico no Setor Público

3.1 – Introdução

3.2 – O Planejamento Estratégico

3.3 – O Processo de Planejamento Estratégico no Setor Público

3.3.1 – O Plano Plurianual (PPA)

3.4 – Técnicas para o Planejamento Estratégico

3.4.1 – A Técnica SWOT

3.4.2 – A Gestão Estratégica

3.4.3 – O Balanced Scorecard (BSC)

3.5 – Caso 3 – Gestão Efetiva de Projetos no Governo do Estado do Espírito Santo

3.5.1 – Introdução

3.5.2 – O Choque Ético e o Ajuste Fiscal e Administrativo no Espírito Santo

3.5.3 – Planejamento Estratégico: Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2025

3.5.4 – Gerenciamento de Projetos – Pró-Gestão

3.5.5 – Resultados Alcançados

3.5.6 – Algumas Metas a Alcançar dos Projetos Estruturantes (2010/11)

3.5.7 – Considerações Finais

Apêndice – Decreto de Criação da Secretaria de Gerenciamento de Projetos do Estado do Espírito Santo

Referências Bibliográficas

4. Gerenciamento de Portfólio, Programas e Projetos

4.1 – Fontes Relevantes de Conhecimento sobre Projetos, Programas e Portfólio

4.1.1 – O PMI – Project Management Institute

4.1.2 – O IPMA – International Project Management Association

4.1.3 – O OCG – Office of Government Commerce

4.2 – Conceituação de Programas, Projetos e Portfólio

4.3 – Gerenciamento de Programas

4.3.1 – Cascata de Benefícios

4.3.2 – Mapa de Benefícios

4.3.3 – Mapeamento e Gerenciamento das Partes Interessadas

4.3.4 – Estratégia de Comunicação

4.3.5 – Estratégia de Gerenciamento dos Benefícios

4.4 – Frameworks para Gerenciamento de Programas

4.4.1 – Logical Framework

4.4.2 – MSP – Managing Successful Programmes

4.3.3 – PMI – The Program Management Standard

Considerações Finais

4.5 – Gerenciamento de Portfólio

4.5.1 – Gerenciamento de Portfólio x Gerenciamento de Múltiplo Projetos

4.5.2 – Posicionamento do Gerenciamento de Portfólio na Organização

4.5.3 – Relacionamento entre o Gerenciamento de Projetos, Programas, Portfólio e a Estratégia Organizacional

4.6 – O Papel do Gestor de Portfólio

4.6.1 – O Framework OGC – Portfolio Management Guide

4.7 – O Framework PMI – The Standard for Portfolio Management

Considerações Finais

4.8 – Gerenciamento de Projetos

Considerações Finais

4.9 – Caso 4 – ServiceOntario – Canadá

Resumo

Introdução

Precedentes

Processo de Desenvolvimento do Programa

A Iniciativa de Balcões de Serviços Integrados

Planejamento do Programa

Monitoração do Projeto (Reporte de Status)

Conclusão

Apêndice I – Acordo de Colaboração

Canadá – Ontário

Memorando de Acordo de Colaboração para Prestação de Serviços Públicos

4.10 – Caso 5 – Governo Eletrônico do Uruguai – Impacto do Uso de Metodologia na Gestão de Projetos

Resumo

Introdução

O PMO da AGESIC

Conclusão

4-11 – Caso 6 – Comunicações em Projetos do Setor Público

A Tempestade que se Aproxima – Fazendo Muito Mais com Muito Pouco

Mecanismos de Sobreposição de Fiscalização

O Valor da Gestão de Projetos e de Comunicações de Projetos para uma Organização do Setor Público

Reduzir a Propensão para Pensamentos Fantasiosos, Fazendo os Patrocinadores Pensarem de Forma Adulta

Gerenciamento das Comunicações de Projeto no Setor Público

Exigências Necessárias para Gerenciamento de Projetos no Setor Público

O Papel Fundamental da Comunicação: Contar a História

Um Modelo para Gerenciamento de Comunicações (e Mudanças)

O Livro que Você Precisa para Obter Sucesso – A Bíblia do Gerenciamento de Comunicações de Projeto

Considerações Finais

4.12 – Caso 7 – Evolução da Gestão Pública no Acre: Sistema Integrado de Monitoramento

Resumo

Breve Histórico

O Processo de Implantação

Sistema Integrado de Monitoramento de Projetos e Obras – SIM

Benefícios e Resultados Imediatos

Considerações Finais

4.13 – Caso 8 – Experiência de Uso do DotProject no CDT – UnB

Resumo

O CDT

A Necessidade de uma Ferramenta de Gestão Eficiente

Conclusão

Referências Bibliográficas

5. PMO como Instrumento de Viabilização Governamental

5.1 – Tipologia do PMO

5.2 – Papel e Funções (Atividades e Responsabilidades) do PMO

5.3 – Resistência Cultural – Como Tratar?

5.4 – Implementando um PMO

5.4.1 – Começar de Novo – Diagnóstico da Situação

5.5 – Benefícios do PMO

5.6 – Caso 9 – História do PMO da Administração das Telecomunicações do Uruguai (ANTEL)

Introdução

O Começo

O Escritório Hoje

Lições Aprendidas

Algumas Recomendações na Hora de Implementar um PMO

5.7 – Caso 10 – Escritório Corporativo de Gerenciamento de Projetos da Cidade de Calgary – Canadá

Introdução

Contexto – Como a Prefeitura de Calgary Trabalha

Papéis e Responsabilidades

Corporate Project Management Centre (CPMC)

Governança de Projetos

O Time de Práticas em Gerenciamento de Projetos

O Time de Serviços Consultivos a Projetos de Investimento

Organização e Estrutura do CPMC

Serviços Oferecidos pelo CPMC

Conclusão

5.8 – Caso 11 – Modelo de Estruturação de Escritórios de Projetos: Fatores Críticos de Sucesso

Introdução

Estruturas de Implementação do Modelo EP (o que o EP Pode Fazer)

Os Pilares

Metodologias

Capacitação

Consultoria

Competências

Comunicação

Suporte Administrativo

Melhoria Contínua

Um Pouco Mais sobre os Instrumentos EP

O Processo (e por que não, o Projeto) de Estruturação do Escritório de Projetos

Os Desafios de um Escritório de Projetos

Contexto de Implementação do Modelo EP (como o EP Pode Fazer)

O Modelo de Estruturação de Escritórios de Projetos

Exemplos de Implementação do Modelo em Organizações do Governo Federal

Considerações Finais

Referências Bibliográficas

6. Maturidade em Gerenciamento de Portfólio, Programas, Projetos

6.1 – Modelo de Maturidade da ESI International

6.2 – Modelo de Maturidade do Kerzner – PMMM (Project Management Maturity Model)

6.3 – Modelo de Maturidade da PM Solutions

6.4 – Modelo de Maturidade Darci Prado – MMGP

6.5 – Modelo de Maturidade em Projetos do PMI – o OPM3

6.6 – Os Modelos de Maturidade do OGC

Conclusão

6-7. Caso 12 – Elevação de Maturidade em Gestão de Projetos no Banco Central do Brasil

Histórico

Projeto Maturidade GP

Projeto Maturidade Implementação

Ferramenta de TI Corporativa para GP

Centro de Estudos e Desenvolvimento de Competências de GP

Redesenho de Processos

Plano de Comunicação

Projeto Mais

Novo Papel do Gepro e de Agentes de GP

Conclusão

6.8 – Caso 13 – Maturity Transformation Initiative – MTI no Governo de Ontário

Resumo

Histórico

O 3-3-4 MTI

O Programa de Transformação

Conclusão

6.9 – Caso 14 – Avaliação e Melhoria de Capacidades para o Governo em Rede: o Modelo de Maturidade do Uruguai

Resumo

Introdução

O Processo

Modelo de Maturidade do Governo Eletrônico

Próximos Passos

Conclusão

Referências Bibliográficas

http://www.brasport.com.br/gerencia-de-projetos/gerenciamento/gestao-publica.html

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


 

[ 30/07/2009 ]


 



No dia 19 de setembro foi ao ar na TV Cidade a reportagem do programa Bichos e Cia, da repórter Vanessa Duarte,
falando a respeito do Projeto Pet Terapia.
Toda a equipe do Pet orgulha-se do reconhecimento feito pela reportagem e agradece a oportunidade de expor para a comunidade
pelotense todo nosso trabalho.


 


Assista abaixo os vídeos da entrevista ou clique aqui e aqui.


 





 

terça-feira, 17 de agosto de 2010

LIVING SUPPLY CHAINS


Editora:Pearson
Autor: GATTORNA, JOHN
Copyright: 2009 1 ª edição

Descrição
Este livro, em formato de 'solução', oferece modos práticos de alocar os recursos ao longo das muitas cadeias de valor e ajuda os profissionais da área a entender melhor seus clientes e suas expectativas, a fim de atendê-los com maior agilidade e eficiência.

Para tanto, ele apresenta, de maneira objetiva e dinâmica, uma forma estruturada de ligar as expectativas do cliente ao lado operacional de uma empresa, bem como de modificar sistematicamente os processos de satisfação de clientes à medida que estes mudam suas preferências de compra.

Ideal para profissionais que atuam no segmento de cadeias de valor, é também essencial para estudantes de graduação e pós-graduação em administração e engenharia que buscam um diferencial no mercado.


Sumário:
Capítulos: 1. Cadeias de valor são o negócio;
2. Falando sobre consumidores;
3. Implementando estratégias de alinhamento para múltiplas cadeias de valor;
4. Liderando da linha de frente;
5. Cadeias de valor de reabastecimento contínuo;
6. Cadeias enxutas;
7. Cadeias de valor ágeis;
8. Cadeias de valor totalmente flexíveis;
9. Novos modelos de negócios para novas cadeias de valor;
10. Proporcionando cadeias de valor vivas. Uma palavra final;
Apêndices; Notas;
Bibliografias selecionadas; Índice remissivo.

http://www.pearson.com.br/livro.asp?isbn=9788576052104&cod_campanha=&cod_conv=&cod_acesso=

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Os 10 perfis de liderança mais comuns

Com a ajuda de especialistas em recursos humanos e gestão pessoal, o Portal Administradores elencou os dez tipos de liderança mais comuns e quais são seus pontos fortes e fracos no comando de uma equipe. Descubra qual é o seu estilo principal de liderança e quando se deve adaptar novos estilos para melhorar o desempenho da sua equipe.

Coercitivo - É um tipo muito comum nas empresas. Comanda amedrontando as pessoas. Estilo mandão, do tipo "faça como eu mando". É movido por resultados, tem habilidades para lidar com colaboradores problemáticos. Ponto fraco: muito voltado a dar feedbacks negativos.

Democrático - Consegue cooperação da equipe, confia na mesma e é muito comunicativo. Cria consenso por meio da participação do grupo. Esse estilo considera que os membros da equipe tem uma certa maturidade e conhecimento para poder participar. Ponto fraco: às vezes é indeciso.

Autoritário - Comanda com firmeza, provoca mudanças na equipe, está à frente, mobiliza as pessoas para um ideal. É do tipo que motiva as pessoas a fazerem algo juntamente com ele. Ponto Fraco: Muito critico com quem não apresenta resultados.

Marcador de ritmo - É de alto desempenho, do tipo que lidera pelo exemplo, voltado a resultados rápidos. No entanto, o resultado geral pode ser negativo, nem sempre as pessoas estão no mesmo patamar de energia. Ponto fraco: muito impaciente com pessoas de ritmo mais lento, costuma sofrer muito por esta razão.

Paternal - constrói laços fraternais, coloca a necessidade das pessoas em primeiro lugar, e é capaz de construir uma equipe voltada aos relacionamentos. É muito bom em resolver conflitos internos. Ponto fraco: cria pessoas dependentes emocionalmente. Tem dificuldade de dar feedback negativo.

Treinador - Costuma desenvolver muito bem as pessoas, líder de muita ação, tipo: "tente de novo", "você pode", capaz de identificar pontos fortes e fracos com extrema rapidez. Ponto fraco: Geralmente alega falta de tempo e acredita que tudo se resolva numa sala de treinamento. Muitas vezes é preciso olhar nos olhos num dialogo verdadeiro e definitivo.

Centralizador
- As decisões são normalmente tomadas pelo líder. Este estilo pode ser utilizado em momentos de urgência e principalmente quando os profissionais envolvidos possuem baixa maturidade para caminhar sozinhos, ou seja, estão em processo de capacitação para tal. Ponto Fraco: A falta de delegação nas atividades pode desestimular a equipe e causar queda no rendimento final da tarefa.

Liberal - O líder delega poderes para um ou mais membros da equipe e fica a disposição para o que for necessário. O nível de maturidade e conhecimento das tarefas pelos profissionais da equipe, nesse caso, precisa ser bem alto para que possam desenvolver um bom trabalho. Este tipo de liderança pode funcionar bem quando os seguidores são pessoas instruídas e maduras. Ponto Fraco: Caso não aja um acompanhamento constante do líder na orientação e monitoramento das atividades, a equipe pode ficar completamente perdida e o projeto final completamente comprometido.

Inspirador - Serve de exemplo para os empregados. Raramente precisa dar ordem, cada um sabe o que fazer e aonde ir. Encaixa perfeitamente em equipes muito motivadas. Ponto Fraco: Estes profissionais possuem necessidade de status, por isso, em alguns casos, acha que o seu caminho traçado é o melhor e perde a oportunidade de ouvir seus comandados. Pode ter problemas com profissionais mais experientes ou talentos jovens de personalidade forte.

Visionário – Cria projetos em longo prazo construtivos e atraentes para a organização. Para ele, o futuro é que dá sentido à ação do presente. Liderança capaz de reconhecer talentos com facilidade. Ponto Fraco: Pode ter problemas na realização de tarefas em curto prazo e de manter a motivação constante em sua equipe.

Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Palestrantes já confirmados para o VII Seminário de Gerenciamento de Projetos do PMI-RS


A comissão organizadora do VII Seminário de Gerenciamento de Projetos do PMI-RS está preparando uma série de atrações para este ano.Na programação teremos uma série de palestras,mini-cursos e oficinas.

A grande atração deste ano será a presença do CEO do PMI Global, Gregory Balestrero,além de outros diretores da organização.O Seminário contará também com importantes nomes do cenário nacional do gerenciamento de projetos.Veja alguns dos palestrantes já confirmados:
Gregory Balestrero, presidente do PMI - Project Management Institute, vai abrir o VII Seminário de Gerenciamento de Projetos, que acontece entre os dias 21 e 24 de setembro. É a primeira vinda do americano ao Sul. São esperadas 1 mil pessoas no evento, que acontece no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre, com o tema “Inove para Gerenciar, Gerencie para Inovar”. Engenheiro industrial por formação, Balestrero foi palestrante principal dos eventos internacionais do CEO como os fóruns da Economist, Business Week e Forbes. Sob a sua liderança, o quadro de membros do PMI triplicou em número, chegando hoje a 500 mil filiados em 175 países.